Arquivos .rar no Linux

28 04 2008


Bom dia pessoal.
Bom todos vocês conheçem o tipo .rar?
se não conheçem ai vai uma breve esplicação sobre este tipo de “pacote”.

RAR é um formato proprietário de compactação de arquivos muito difundido pela Internet.

A compressão RAR foi desenvolvida por Eugene Roshal (daí vem o nome RAR: Roshal ARchive)

Entre as principais características podemos citar:

  • Alta taxa de compressão
  • Suporte a arquivos grandes (mais de 4 Gb – tamanho não suportado pelos arquivos ZIP)
  • Capacidade de gerar vários volumes de um mesmo arquivo (divide o arquivo RAR em partes menores)
  • Suporte a vários idiomas (inclusive a língua portuguesa)

O principal software de compactação/descompactação de arquivos no Linux formato RAR é o Unrar.

Conteudo retirado do site http://pt.wikipedia.org/wiki/RAR

Quando nos deparamos com este tipo de “pacote” no linux, bate uma duvida, como fazer para tratar este tipo de Arquivo “pacote”?
Em primeiro lugar temos que ter um pacote instalado no nosso computador, o Rar ou Unrar.
Para instalar o pacote rar:
“lembrando que todos os comandos abaixo devem ser usados em um shell ‘prompt de comando’ e como root”

apt-get install rar

Depois e só descompactar o arquivo:

rar x nomedoarquivo.rar

por exemplo se o arquivo se encontrar em /home/usuario/doutor.rar
para descompactar seria:

rar x /home/usuario/doutor.rar

bom pessoal espero que este pequeno post possa ajudar a vocês.

Abraços





Elisa – O Centro Multimédia Linux

27 04 2008

A grande novidade no novo Mandriva Spring, é o Elisa, um excelente Centro Multimédia, capaz de concorrer com muitos projectos e produtos comerciais, tendo este a vantagem de ser a borla e de estar disponível para todas as versões do Mandriva, quer seja One, Free ou PowerPack, infelizmente pelo que sei, só está disponível para Mandriva.

Primeiro vamos lá instalar a coisa, no meu caso, como utilizador de Mandriva é fácil, basta ir ao Gestor de Programas escrever Elisa e em alguns segundos está instalado.

Quando iniciamos o programa a primeira coisa que nos aparece é uma “janela” similar a esta:

Nesta janela podemos desde já ver as principais áreas em que podemos usar o Elisa, nomeadamente para gerir e ouvir Músicas, Vídeos e Imagens.

Por isso vamos começar pelas músicas:

Podemos escolher entre listar as músicas que temos por autor, álbum, pastas e mesmo podemos ir a Internet ouvir algumas rádios, diga-se que as rádios disponíveis estão divididas em categorias em que podemos ir desde música dos anos 70 e 80 passando pelo Folk, Pop e Rock.

Esta é a minha lista actual, pois acabei de migrar do Windows (definitivamente), por isso ainda não tive tempo de colocar a “minha colecção” nas pastas devidas… Agora vamos recuar, podem usar esse botão que tem uma seta curvada, até voltarmos ao ecrã inicial. Agora vamos explorar os Vídeos.

Por razões que não compreendo tentei ler um DVD e não fui capaz, parece-me que os autores do programa ainda não puseram esta “área” a funcionar correctamente, bem quanto ao resto podemos ler ficheiros que tenhamos em pastas ou ir aos “best of”s do YouTube.

Deixo aqui um exemplo de um vídeo a correr, a imagem está um pouco “estranha” mas isso é do Screenshot, que pelos vistos existe uma protecção qualquer contra violações de direitos de autor.

Por fim vamos lá as imagens, pois por razões que desconheço os outros dois ícones são (quase) inúteis, um não funciona (o da roda dentada) e o outro (das ferramentas) só serve para mudar os ícones (e só tem três temas)…

Novamente temos acesso a uma lista, neste caso podemos ir as galerias do Flickr ou as pastas locais, como mostra a seguinte imagem:

Nota: Se quiserem sair do programa basta clicarem na tecla “Esc”, e para parar um vídeo, imagem ou música, cliquem nesse botão de Stop que está na parte superior direita da “janela”.

Veredicto: O programa de facto funciona bem, pelo menos naquilo que faz, mas também não vamos ser muito exigentes pois ainda se encontra numa fase muito jovem, mas já dá plenamente para ver o potencial que poderemos encontrar nas próximas versões, infelizmente não pude ver o filme “O Padrinho” por estar em DVD, espero que este aspecto se resolva nas próximas versões.

Fonte: www.pplware.com





Ubuntu (ideologia)

27 04 2008

Ubuntu é uma ética ou ideologia da África do Sul que foca nas alianças e relacionamento das pessoas umas com as outras. A palavra vem das línguas Zulu e Xhosa. Ubuntu é tido como um conceito tradicional africano.

Uma tentativa de tradução para a Língua Portuguesa poderia ser “humanidade para com os outros”. Uma outra tradução poderia ser “a crença no compartilhamento que conecta toda a humanidade”.

Uma tentativa de definição mais longa foi feita pelo Arcebispo Desmond Tutu:

Uma pessoa com Ubuntu está aberta e disponível aos outros, não-preocupada em julgar os outros como bons ou maus, e tem consciência de que faz parte de algo maior e que é tão diminuída quanto seus semelhantes que são diminuídos ou humilhados, torturados ou oprimidos.

Princípios fundamentais da nova república da África do Sul

Ubuntu é visto como um dos princípios fundamentais da nova república da África do Sul, e está intimamente ligado à idéia de uma Renascença Africana. Na esfera política, o conceito do Ubuntu é utilizado para enfatizar a necessidade da união e do consenso nas tomadas de decisão, bem como na ética humanitária envolvida nessas decisões.

Louw (1998) sugere que o conceito do Ubuntu define um indivíduo em termos de seus relacionamentos com os outros, e enfatiza a importância como um conceito religioso, assentando na máxima Zulu umuntu ngumuntu ngabantu (uma pessoa é uma pessoa através de outras pessoas) que aparentemente parece não ter conotação religiosa na sociedade ocidental. No contexto africano, isso sugere que o indivíduo se caracteriza pela humanidade com seus semelhantes e através da veneração aos seus ancestrais. Assim, aqueles que compartilham do princípio do Ubuntu no decorrer de suas vidas continuarão em união com os vivos após a sua morte.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.





Apresentação do Operador

27 04 2008

Bom dia a todos, gostaria de me apresentar meu nome é marcos mas na comunidade software livre sou conhecido como operador, sou o mais novo colaborador desse Blog.

bom tentarei passar para os amigos leitores o maior conhecimento possível na área de segurança da informação.
minha participação será as quartas e sábados.

Nas quartas-feiras falarei sobre empreendedorismo usando software livre e nos sábados falarei sobre segurança TI.

Bom espero que gostem, farei o possível para postar só artigos de primeira qualidade.

Obrigado.

Qualquer coisa email-me dr.new89@gmail.com





Mudar para software livre envolve aspecto cultural

26 04 2008


A migração de tecnologia de uma organização que usa software proprietário (de código fonte inacessível, como os da Microsoft, por exemplo) e deseja passar a usar o software livre (de código-fonte aberto, elaborado coletivamente e modificado a qualquer momento por qualquer usuário, como o sistema operacional Linux), mais que um processo técnico, envolve mudança cultural, sendo eminentemente pedagógico. É o que aponta o pedagogo Anderson Fernandes de Alencar num estudo conduzido na Faculdade de Educação (FE) da USP.

O pesquisador participou por mais de um ano da mudança de sistema operacional e softwares proprietários da Microsoft para o sistema operacional Linux e programas utilitários de código aberto (como o Open Office) na ONG Instituto Paulo Freire, relatando e refletindo sobre todas as etapas da migração a partir do pensamento do filósofo Álvaro Vieira Pinto e do educador que dá nome à organização.

Em suas obras, entre outros assuntos, Álvaro Vieira Pinto reflete sobre tecnologia, técnica e a relação destas com o ser humano. Também trata da dependência tecnológica como fator de colonização dos países subdesenvolvidos.

Na perspectiva freiriana, a educação é compreendida como um processo de democratização do conhecimento e possibilidade de novas leituras de mundo. O aprendiz deve ser sujeito e não objeto do seu processo de aprendizagem. Tal pensamento ajusta-se à filosofia do movimento que defende o software livre, que vê a tecnologia compartilhada como uma ferramenta de transformação social, pois disponibiliza o conhecimento a todos – tanto o seu acesso como a sua construção.

O sistema operacional Linux, por exemplo, é gratuito (como a maior parte dos softwares livres) e desenvolvido coletivamente: qualquer pessoa pode fazer modificações no seu código, adaptando o programa para as suas necessidades. As versões geradas por esta adaptação são compartilhadas por usuários do mundo todo, numa comunidade que está 24 horas por dia aprimorando o programa e corrigindo eventuais falhas, possibilidade que pode tornar um software livre bem mais seguro do que um proprietário.

Fases da migração
Mas fazer com que os membros de uma organização se conscientizem dos benefícios da mudança não é tarefa tão simples. “Seria muito mais rápido se simplesmente deixássemos os técnicos desinstalarem um software e instalarem outro, e obrigar as pessoas a aprender a lidar com as novas ferramentas, mas isso não estaria de acordo com a concepção do software livre nem do próprio Instituto. Teríamos usuários de software livre com a ‘cabeça proprietária’, uma visão que privilegia a competitividade, a mercantilização das relações e a dependência tecnológica”, explica Alencar.

Primeiramente, foi organizada uma discussão visando sensibilizar os colaboradores do Instituto para os benefícios do software livre. Para isso, foi convidado como palestrante o professor da Faculdade Cásper Líbero Sérgio Amadeu, que foi coordenador da Rede Pública de Telecentros em São Paulo e presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI). Alencar ressalta o termo sensibilização, já que segundo ele “ninguém conscientiza ninguém, a própria pessoa, sensibilizada pelos elementos propiciados, é que pode tirar suas conclusões e repensar sua visão de mundo”.

Foi então desenvolvido um plano de migração por uma equipe que contava com técnicos e não-técnicos do Instituto, plano este que passou por várias discussões e versões até poder ser sistematizado. Em seguida, foram promovidas, em três etapas, a remoção dos antigos programas comerciais e instalação dos abertos, seguidas de oficinas para aprendizagem do uso dos novos softwares.

Apesar das dificuldades encontradas – já que se optou por ensinar o uso de todos aplicativos a todos os funcionários, mesmo os que não usassem algum deles no trabalho – as oficinas tiveram excelentes resultados. Finalmente, as equipes puderam avaliar o processo, relatar suas experiências e indicar possíveis problemas a serem sanados ao final de um ano de processo de migração.

O pesquisador considera que esta experiência, além dos aspectos teóricos refletidos, pode ter grande utilidade para organizações que queiram implementar o uso software livre, desde que o desejem fazer “a partir de uma concepção que vá além do treinamento técnico, buscando um processo pedagógico que respeite o usuário, baseado no diálogo e na construção democrática”, completa. O relato e as análises de Alencar estão expostos na dissertação de mestrado A pedagogia da migração do software proprietário para o livre: uma perspectiva freiriana, defendida em 2007 na FE.

Fonte: http://www.uai.com.br





Pacote instala Ubuntu sem sair do Windows

26 04 2008


Quem quer testar o Linux mas tem calafrios ao pensar em mexer nas partições do disco rígido agora conta com um pacote do Ubuntu que dispensa essa operação.

O pacote permite a instalação e configuração do Ubuntu de dentro do Windows. O download inicial é pequeno, com o restante dos arquivos sendo baixados usando BitTorrent. Na instalação, o usuário pode escolher entre três versões do Ubuntu: a original, o Kubuntu (que usa KDE como interface padrão) e o Xubuntu (feito para máquinas mais antigas). O download completo fica em cerca de 610 MB para o Ubuntu original. Quem tiver de interromper o processo pode continuar a baixar os arquivos posteriormente.

O programa está em fase de testes e ainda não consegue detectar todo o hardware compatível com o Ubuntu. Além disso, alguns programas e recursos do sistema operacional podem não funcionar completamente. Em compensação, como não há modificações na estrutura do HD (o Ubuntu fica dentro da partição do Windows), há baixíssimas chances de problemas que afetem o sistema operacional previamente instalado. Depois de instalar o Ubuntu, basta reiniciar a máquina e escolhê-lo na lista que aparece antes da carga do Windows.

Fonte: http://info.abril.com.br





Ubuntu 8.0.4 está disponível

26 04 2008


O site da comunidade Ubuntu disponibilizou a versão 8.0.4 do sistema operacional Linux Ubuntu.

Segundo a Canonical, representante comercial da distribuição, a versão traz interface gráfica GNOME 2.22 e novas funcionalidades para rodar arquivos de mídia, como som e imagem.

Jane Silber, COO da Canonical, explica que a versão, que usa o termo Hardy Heron como codinome,

acompanha o aplicativo Wubi, que permite aos usuários instalar a distribuição em um diretório de PC com Windows.

Assim, o usuário pode configurar a máquina para carregar Ubuntu ou Windows. A opção de sistema operacional é feita no momento do boot do computador.

Segundo Silber, a opção de dual-boot bem como um suporte prolongado à distribuição são pedidos dos usuários comerciais e domésticos do Ubuntu.

A Canonical também afirma que manterá updates regulares de segurança para a versão. A próxima versão do Ubuntu é esperada para outubro deste ano.

Fonte: http://info.abril.com.br





Dell venderá XP mesmo após fim do XP

26 04 2008


A Dell continuará vendendo computadores com Windows XP mesmo após 30 de junho.

A Microsoft anunciou que pára as vendas do antecessor do Vista no dia 30 de junho. A Dell, no entanto, disse nos Estados Unidos que fará uso de licenças de downgrade para oferecer a opção XP aos consumidores que preferirem a versão mais antiga do Windows.

A Dell diz que seu objetivo é vender hardware para todo tipo de usuário e oferecer o sistema operacional que o consumidor desejar. Por isso, diz a Dell, iniciou em 2007 vendas de desktops com distribuição Linux, PCs sem sistema operacional, com Vista ou XP.

A idéia da Microsoft é não embarcar mais o XP a partir do segundo semestre, com exceção de laptops ultraportáteis, que exibem hardware limitado para rodar o Vista.

Esta semana, no entanto, o CEO da Microsoft, Steve Ballmer, admitiu a possibilidade de continuar vendendo o Windows XP. Segundo Ballmer, “se os usuários quiserem” a Microsoft poderá continuar a oferecer o XP. Ballmer emendou, porém que “até o momento não viu usuários pedindo XP”.

Fonte: http://info.abril.com.br





Computadores «low cost» a partir de 199 euros

26 04 2008


Linha G Series terá dois modelos disponíveisA Chip7, empresa de comercialização de material informático, acaba de lançar uma «nova iniciativa que promete agitar o mercado»: a linha de computadores «low cost».

Baptizada como «G Series», esta promoção «de contornos inéditos» conta, de momento, com dois modelos disponíveis, o 313 e o 713, refere a empresa em comunicado.

Os preços destes dois computadores são «absolutamente irresistíveis», já que o primeiro custa 199 euros e o segundo 249 euros.

Os dois computadores têm processadores AMD, discos de 160GB, gravador de DVD, sistema gráfico nVidia GeForce 6100 e sistema operativo Linux GOS (Google Operating System).

Fonte: http://www.agenciafinanceira.iol.pt





Flisol 2008 na PUC do Rio de Janeiro

26 04 2008


“Em 26 de abril, será realizado o FLISOL – Festival Latinoamericano de Instalação de Software Livre – evento de divulgação de Software Livre da América Latina. No Rio de Janeiro quem está organizando este evento é o SL-RJ. Segundo o coordenador Carlos Ferreira, “É uma ótima oportunidade para levar seus amigos para passar este dia tão importante, participando das palestras ou instalando legalmente seu computador”. O Local onde será realizado, é a PUC-Rio – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – Auditório do RDC, localizado na Rua Marquês de São Vicente, 225, Gávea – Rio de Janeiro, RJ – Brasil – 22453-900. Das 8:30 às 17:00.”

Introdução

Um *Installfest* é um evento, geralmente patrocinado por um Grupo de Usuários Linux ou universidade, em que pessoas se reúnem para realizar instalações em massa de sistemas operacionais de computador ou software, principalmente o sistema operacional Linux e outros softwares de código aberto. É geralmente um evento de apoio e de construção da comunidade, onde iniciantes trazem seus computadores juntamente com os discos de instalação de seu sistema operacional preferido ao local do installfest, e usuários experientes os auxiliam a iniciar e a resolver problemas. Às vezes CDs contendo alguma distribuição de Linux e informativos são distribuídos gratuitamente aos participantes. Os installfests recebem bem todo nível de conhecimento, de iniciantes completos a usuários avançados. Os installfests podem variar de encontros informais a festas com comida, bebida e música. O tom e o escopo do evento dependerá da organização que o patrocina. A palavra /Installfest/ é uma junção de /instalação/ e /festival/. O termo /install fest/ ou a variação /Install Fest/ são também utilizados. /Installfest/ captura a atmosfera festiva de pessoas auxiliando umas às outras através de instalações muitas vezes difíceis.

*

. fonte : http://pt.wikipedia.org/wiki/Installfest

Local e hora

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Local: PUC-Rio – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – Auditório do RDC
Endereço: Rua Marquês de São Vicente, 225, Gávea – Rio de Janeiro, RJ – Brasil – 22453-900
Website:
Data: 26 de abril de 2008
Horário: 9:00 hr as 17:00 hr

ATENÇÂO: Maquinas do tipo Desktop(com gabinete) só poderão entrar no Campus da PUC-Rio até as 12:00 horas, após este horário somente laptops dentro de mochilas.

Responsáveis

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Coordenador:
o

Carlos Henrique Lucas Ferreira

Colaboradores:
o Luiz Guilherme Aldabalde
o Avalci Suzano
o Carlos Eduardo(Cadunico)
o Luis Felipe Costa
o Bruno Garcia
o Josir Gomes

Organização

* Ativistas do Software Livre do Rio de Janeiro
* SL-RJ

Fonte: http://installfest.info/FLISOL2008/Brasil/RioDeJaneiro